VÍDEO: veja antes e depois de locais bombardeados em Teerã, no Irã
- Quarta-Feira, 04 Març
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Imagens de satélite mostram antes e depois de locais bombardeados em Teerã, no IrãA escalada do conflito no Oriente Médio, que teve início no último sábado (28), causou uma onda de destruição no Irã. Imagens de satélite registradas nos últimos dias mostram a extensão dos danos provocados por ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos contra estruturas estratégicas do regime iraniano em Teerã. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graçaOs bombardeios atingiram o complexo presidencial e a residência do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, além do complexo judiciário, prédios do Ministério da Inteligência, o Hospital Ghandi, o quartel-general da Guarda Revolucionária Islâmica, o Tribunal Revolucionário Islâmico e a Universidade Nacional de Defesa. (Veja no vídeo acima).As imagens comparativas, feitas antes e depois dos ataques, indicam destruição significativa em edifícios administrativos, instalações militares e centros ligados à estrutura de segurança do Estado iraniano. As ofensivas teriam como alvo infraestruturas consideradas estratégicas pelos governos de Israel e dos EUA. Complexo judiciário antes e depois dos ataquesInitial plugin textInitial plugin textLEIA MAISEUA dizem ter afundado 17 barcos do Irã: 'Não há uma única embarcação iraniana no Golfo Arábico, de Omã e no Estreito de Ormuz'EUA divulgam nomes de militares mortos em guerra no Oriente MédioA guerraO conflito começou após bombardeios dos EUA e de Israel em Teerã que mataram o líder supremo Ali Khamenei e autoridades iranianas de alto escalão. Desde então, o Irã tem retaliado contra Israel e países do Oriente Médio que abrigam bases norte-americanas.No Irã, 787 pessoas morreram, com base em informações do Crescente Vermelho, braço da Cruz Vermelha que atua no Oriente Médio. Pelo menos seis soldados americanos também morreram.Veja o que aconteceu nesta terça-feira Imagens de satélite mostram antes e depois de estruturas atacadas no IrãReprodução/Reuters














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